5 molhos essenciais para começar na culinária oriental
Não sabe por onde começar a montar sua despensa oriental? Esses 5 molhos resolvem boa parte das receitas do dia a dia.
Ingredientes, tendências e histórias direto da Towa Empório Oriental.
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Molho de soja fermentado, o shoyu é a base de boa parte da culinária oriental. Entenda os tipos que temos na Towa e quando usar cada um.
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Gỏi cuốn é o rolinho primavera vietnamita fresco (não frito), enrolado em papel de arroz com camarão, vermicelli de arroz, alface e ervas como hortelã e coentro. É servido com molho de peixe (nước chấm) ou molho de amendoim. Leve, refrescante e fácil de adaptar para versões vegetarianas — um dos pratos mais conhecidos da culinária vietnamita fora do país.
O gochujang é uma pasta fermentada de pimenta vermelha coreana, muito usada como tempero e ingrediente-base na culinária da Coreia. Com sabor picante, adocicado e profundamente umami, ele funciona como marinada, molho, tempero de sopas e até finalização de pratos grelhados. Neste post você vai entender o que é, como é feito, como usar no dia a dia e algumas combinações clássicas para começar a incorporar esse ingrediente à sua cozinha.
O matcha teve origem na China, mas ganhou seu significado atual no Japão a partir do século XII, tornando-se peça central da cerimônia do chá (chanoyu). Ele é feito com folhas cultivadas à sombra e moídas em pedra, o que concentra clorofila e L-teanina, responsáveis pela sensação de "energia calma" da bebida. Existem duas categorias principais — usucha (leve, do dia a dia) e koicha (concentrado, cerimonial) — e um bom matcha se reconhece pela cor verde vibrante e pelo equilíbrio entre amargor e umami.
O matcha tiramisu reinventa o clássico italiano trocando o café pelo sabor terroso do chá verde japonês, criando um contraste elegante com o creme de mascarpone. A combinação viralizou nas redes sociais pelo visual das camadas verde e branco, unindo quem busca matcha pelo bem-estar com quem quer uma sobremesa fácil e bonita para fazer em casa. A receita rende 4 porções e leva matcha, mascarpone, ovos, açúcar e biscoitos champanhe, com um descanso mínimo de 4 horas na geladeira antes de servir.
O missô surgiu na China há mais de 2.500 anos como pasta fermentada para conservar alimentos, chegando ao Japão no século VII, onde evoluiu para a fermentação de soja com koji. Ao longo dos séculos, cada região japonesa criou suas variações — shiro (branco), aka (vermelho) e awase (misto) — e o ingrediente chegou a ser usado pelos samurais por sua durabilidade e valor nutritivo. Hoje é valorizado pelos benefícios probióticos e por ser a base do umami, e a Towa trabalha com missôs importados diretamente do Japão.
O bingsu, gelo raspado coreano superfino, está conquistando cafeterias brasileiras. Descubra a origem dessa sobremesa, como ela chegou por aqui e aprenda a fazer uma versão simples em casa.
Bolinhos de arroz macios em um molho picante e adocicado: o tteokbokki conquistou os brasileiros através dos doramas e do K-pop. Descubra a origem do prato e aprenda a fazer em casa.
Depois de anos de reinado do matcha, um novo ingrediente roxo e vibrante ganha espaço em cardápios ao redor do mundo. Descubra o que é o ube, de onde vem e como experimentá-lo.